• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
abr 16

PAULO BERNARDO TEME EXPLOSÃO DE GASTOS ÀS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO – Valor Econômico

  • 16 de abril de 2010
  • Notícias

“Estão aprovando tudo. É inacreditável!”, reagiu ontem o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, perplexo diante da falta de cerimônia dos parlamentares em criar novas despesas públicas; e da ausência de compromisso do Congresso Nacional com os princípios da Lei de Responsabilidade Fiscal. Na noite de quarta-feira, um acordo entre os aliados do governo e a oposição, ainda preliminar, elevou dos 6,14% sugeridos pelo governo para 7,7% a proposta de reajuste para os aposentados que recebem mais de um salário mínimo. Há uma série de votações de aumento de gasto com aposentadorias em curso e inúmeras propostas que elevam a despesa pública que tramitam em regime acelerado.

O ministro informou que custará R$ 30 bilhões ao Tesouro Nacional a aprovação do piso salarial para os policiais civis e militares, inclusive bombeiros , ativos e aposentados, conforme proposta de emenda constitucional (PEC) 300.

Patrocinada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a PEC 300 foi aprovada por unanimidade em primeiro turno na Câmara, no início de março, com a previsão de que uma lei determinará, no prazo de até 180 dias, um piso inicial de R$ 4,5 mil que chegaria a R$ 9 mil para os funcionários mais graduados. Conta-se com a criação de um fundo com recursos da União para auxiliar os Estados no pagamento dessa nova despesa. No Congresso, falava-se que essa proposta custaria por ano algo como R$ 4,5 bilhões.

“Eu pedi ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que me calculasse mais ou menos o custo desse piso salarial por ano. Ele fez as contas e me disse que seriam R$ 30 bilhões”, disse Bernardo ao Valor, considerando que há um sistema de indexação em toda a carreira da polícia.

A LRF, que completa dez anos, determina que novos gastos permanentes só podem ser aprovados se houver a indicação das receitas para financiá-los. Esse artigo da lei, porém, não tem sido respeitado pelos três Poderes.

O acordo sobre o reajuste para os aposentados cujo benefício supera um salário mínimo e as pressões para a aprovação da PEC 300 são apenas dois exemplos de uma lista imensa de projetos que tramitam na Câmara e no Senado e que criam novas despesas para a União.

A distribuição generosa de recursos inexistentes encontra boa acolhida no parlamento, sobretudo em anos eleitorais.

Há um forte movimento para a votação do projeto de lei 4.293, que propõe a readmissão de todos os ex-servidores da administração federal que foram exonerados a partir de 21 de novembro de 1996 por adesão ao Programa de Demissão Voluntária. Não há, no Congresso ou no governo, a menor ideia do que esse projeto representa, em número de pessoas e em custos adicionais, assim como não existem cálculos sobre a PEC 59, que transforma 1.500 guardas portuários do país, estaduais, municipais e terceirizados, em policiais federais, cujo salário inicial é de R$ 13.368,00; ou, ainda, da PEC 53 que garante direito a aviso prévio, seguro-desemprego e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos servidores de cargo em comissão de livre nomeação.

Bernardo disse que está preocupado com a possibilidade de que ocorra, nesses meses pré-campanha, uma “farra” de aumento do gasto público e com o que avalia ser “impotência” do governo para barrar tentativas dessa natureza. O ministro argumenta que é fantasiosa a impressão de que o Palácio do Planalto detém algum controle sobre a base aliada. “Se isso fosse verdade, não teríamos perdido os R$ 40 bilhões da CPMF”.

Ontem o governo enviou ao Congresso o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece os parâmetros para a elaboração do orçamento de 2011. Num dos seus anexos, o ministério do Planejamento estimou em R$ 19,9 bilhões a margem existente para a expansão de gastos continuados no próximo exercício. Para isso, calculou aumento de R$ 29,4 bilhões das receitas permanentes líquidas com base num crescimento do PIB de 5,5% no ano e no aumento das importações, de 7,34%, entre outras outras variáveis.

Já as despesas sociais devem crescer R$ 8,7 bilhões, com benefícios previdenciários, seguro-desemprego, abono salarial e assistência social. Os aumentos salariais concedidos ao funcionalismo no passado ainda custarão mais R$ 784,4 milhões em 2011. O projeto de lei não prevê aumento real do salário mínimo em 2011.

Na exposição de motivos que acompanha o projeto de lei, o governo chama a atenção para a rigidez na aplicação dos recursos, já que cerca de 80% do total das receitas da União já têm destinação prévia.

As renúncias de receitas são estimadas em R$ 113,8 bilhões para o próximo ano, fruto de subsídios e benefícios fiscais concedidos seja à Zona Franca de Manaus, às microempesas (Simples) ou na compra de cadeira de rodas.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • Assessoria jurídica especializada: orientação e suporte para sindicalizados
  • MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais é aprovada pelo Senado Federal
  • Auxílio-saúde: PF dá início à contratação de empresa para operacionalizar o benefício
  • 2ª Corrida da Polícia Federal é adiada para 15 de novembro

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.