Policiais Federais se reuniram no dia 24, pela manhã, em frente ao Edifício Sede do DPF, para realizar ato em memória aos agentes Leonardo Matzunaga e Mauro Lobo, assassinados em confronto com criminosos no Amazonas.
Além de representantes de sindicatos, Fenapef, os Deputados Federais Paulo Pimenta e Luiz Couto, familiares dos policiais também estiveram presentes no ato.

Deputado Luiz Couto (PT-PB)
O Deputado Luiz Couto (PT-PB) falou aos policiais que tem ciência da atual situação da Polícia Federal, e que muitos policiais não são reconhecidos pelo seu trabalho. Ressaltou ainda, que a Polícia Federal deve ser uma polícia de Estado e não de Governo.
Em memória aos policiais Matzunaga e Lobo, o Deputado Luiz Couto pediu para que os todos ficassem de pé e relembrar todos os colegas que tombaram na luta.

O Deputado Paulo Pimenta (PT-RS), estendeu sua solidariedade aos familiares dos policiais, e reafirmou o compromisso com a instituição, principalmente com os policiais federais. “A Polícia Federal precisa de mudanças estruturais profundas, como uma Lei Orgânica de verdade.” Disse ainda, que defende o fim do concurso para delegado. “O cargo de delegado deveria ser o ápice da carreira”.

Deputado Paulo Pimenta (PT-RS)
A irmã de Matzunaga, Melissa fez um apelo aos policiais presentes, e disse que a morte do irmão não pode ter sido em vão. “A polícia precisa de melhores condições de trabalho, e de equipamentos modernos. A situação é muito precária para os policiais que trabalham naquela região”, disse.

Melissa Matzunaga e família
A presidente do sindicato da Bahia, Rejane Peres, emocionada leu a carta da mãe de um policial federal que está em operação em Tabatinga. A mãe do policial esteve na cidade há vinte dias e relatou na carta as condições precárias no local, bem como, o descaso com os policiais ali lotados.
Após a leitura da carta, representantes de sindicatos fizeram uso da palavra para demonstrar a insatisfação com a má administração da Direção Geral da PF.

Presidente do Sindipol/BA, Rejane Peres e Marcus Wink
O presidente do Sindipol/DF, Jones Leal encerrou o ato dizendo que a administração deve corrigir todas as suas falhas para que atos como este não voltem a se repetir.
Ao final, o presidente Leal pediu a todos que fizessem um minuto de silêncio em memória aos colegas falecidos.

Presidente do Sindipol/DF, Jones Leal, Marcus Wink e família Matzunaga






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