• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
jul 05

VIOLÊNCIA: 17,6 mil ocorrências em 10 meses

  • 5 de julho de 2013
  • Notícias

Fonte: Correio Braziliense

Entre os anos 2000 e 2010, 43,7 mil mulheres morreram assassinadas no Brasil. No Distrito Federal, 17.675 ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha foram registradas entre janeiro e outubro de 2012, incluindo oito assassinatos. Os dados fazem parte do relatório final da Comissão Mista de Inquérito Parlamentar (CPMI) da Violência Contra a Mulher, que fez 68 recomendações aos governos federal, distrital, estaduais e municipais, além do Judiciário. Segundo a secretária da Mulher do DF, Olgamir Amancia Ferreira, o número de denúncias está crescendo. “Isso é positivo e revela que a mulher está sendo encorajada e tomando uma posição. Mas ainda há grande subnotificação”, disse.

Uma das propostas da CPMI, concluída ontem, sugere que o assassinato de mulheres seja enquadrado como homicídio qualificado, com pena de 12 a 30 anos de prisão. Os trabalhos do colegiado foram finalizados com a aprovação de um relatório de mais de 1 mil páginas e o encaminhamento aos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados de 13 projetos de lei e de um projeto de resolução. Um deles prevê a alteração do Código Penal, incluindo a figura do “feminicídio” como circunstância qualificadora do crime de homicídio de mulheres. A pena hoje vai de 6 a 20 anos.

Se aprovado, o assassinato de mulheres será considerado feminicídio quando houver pelo menos uma das seguintes situações — relação íntima de afeto ou parentesco entre vítima e agressor; violência sexual antes ou após o assassinato; e mutilação ou desfiguração da vítima. A proposta seguirá diretamente para apreciação no plenário do Senado, sem passar por comissões.

“Olhar positivo”

Em março deste ano, a diretora do setor da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicado às políticas para as mulheres e ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, sugeriu que os países tipifiquem o crime de feminicídio. A secretária executiva da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal, Lourdes Bandeira, disse que “há um olhar positivo” da pasta em relação à inclusão do feminicídio no Código Penal.

Entre as outras propostas da CPMI, destaca-se o projeto de lei que proíbe a polícia de arbitrar fiança nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, limitando a prerrogativa ao Judiciário. Também há um projeto que enquadra como tortura a violência doméstica com emprego de agressão ou grave ameaça. Algumas propostas preveem ajudas financeiras às vítimas. Uma delas estabelece o pagamento de um salário mínimo por mês para as mulheres que não tiverem condições financeiras para se manterem sozinhas. Um projeto inclui as vítimas de violência entre os beneficiários do Bolsa Família, desde que elas estejam em situação de pobreza ou de extrema pobreza.

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • Assessoria jurídica especializada: orientação e suporte para sindicalizados
  • MP que fortalece a assistência à saúde dos policiais federais é aprovada pelo Senado Federal
  • Auxílio-saúde: PF dá início à contratação de empresa para operacionalizar o benefício
  • 2ª Corrida da Polícia Federal é adiada para 15 de novembro

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.