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set 25

A peleja dos poetas contra a imoralidade

  • 25 de setembro de 2005
  • Notícias

“É tão grande o sofrimento/ De toda a nação petista/ Vendo corruptos na lista/ Surgindo a todo momento/ Com parte da direção/ Que entrou na perdição.”

O nordestino sempre usou a poesia para expressar seus sentimentos (morais, heróicos, religioso). É uma forma lúdica de falar das crenças, dos amores, dos medos, das angústias ou apenas da labuta diária. Agora os temas dos folhetos “esqueceram” temporariamente os feitos de Padre Cícero ou as malvadezas de Lampião. E abordam a crise política protagonizada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva e pelo Partido dos Trabalhadores. Autor dos versos acima, o deputado federal petista Fernando Ferro (PE) encontrou nas rimas, como um bom nordestino, uma forma de expor a grande decepção. O cordel Quero meu PT de volta, recheado de críticas ao comando de sua legenda, chegou a ser lido no plenário da Câmara. Além de entrar nos anais da História, virou sucesso popular —tanto que Ferro foi obrigado a reproduzir mil exemplares para distribuir com colegas e eleitores.

Integrante da corrente Movimento PT – ala mais à esquerda do partido –, Fernando Ferro conta nas estrofes a história da agremiação, reivindica o afastamento dos dirigentes sob investigação e, por fim, apela à militância que mantenha a esperança na reconstrução da sigla. O poeta-parlamentar, que se arrisca nos versos há pelo menos 20 anos, costuma usar o cordel como instrumento para facilitar a melhor compreensão de quem acompanha pela TV Câmara seus discursos. “Acharam que fui muito radical nesse texto, mas não estou preocupado com isso. Só quero informar as pessoas sobre o que anda acontecendo com a política nacional. E aproveitei esse cordel também para me manifestar contra o Campo Majoritário do PT, um dos responsáveis por toda essa bagunça que aí está”, analisa Ferro.

Na outra ponta do cordão, distante de Brasília, na cidade baiana de Feira de Santana, o cordelista Antônio Alves da Silva, de 78 anos, especializou-se em escrever sobre o escândalo do ‘mensalão’. Leitor assíduo de jornais, o aposentado, que tem apenas o 1º grau incompleto, dividiu o mote escolhido em quatro etapas para, segundo ele, facilitar a leitura de seus conterrâneos.

Seu Antônio, como é conhecido, ajuda a família com os textos que produz e vende a R$ 2 no mercado municipal. Apesar da frustração com o momento político, ele diz que nunca faturou tanto como agora. Como a maior parte de seu público está na zona rural, Antônio acredita que seus versos ajudam a ‘esclarecer’ aqueles que não têm acesso a outros meios de informação. Apesar de apaixonado por política, o cordelista faz questão de se afastar de qualquer coloração partidária.

“Infelizmente, quanto maior é a crise, melhor para quem faz poesia porque política é o assunto que mais vende. Como eu não tenho o rabo preso com ninguém, posso falar mal de todos eles numa boa. E, de quebra, ainda ajudo meus amigos a prestarem mais atenção nesse povo que a gente manda para Brasília e nada faz por nós, só por eles próprios”, comenta.

Variedades
Inspiração e personagens há de sobra por aí. O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, por exemplo, virou figurinha carimbada na maioria das estrofes. O jornalista aposentado Jeová Franklin, que há quatro anos dedica-se ao ofício de produzir cordéis, ganhou fama no meio político quando publicou o folheto “E agora, Zé Dirceu?”.

Usando o pseudônimo Zé da Madalena, o baiano radicado em Brasília usa adjetivos nada simpáticos para responsabilizar o deputado petista pela derrocada do governo Lula. “Como simpatizante do PT, estou amargurado. Minha decepção com toda esta roubalheira foi tanta que precisei desabafar escrevendo. O PT era a minha esperança de que este país iria mudar, mas a turma do Dirceu destruiu todos nossos sonhos”, lamenta.

Outro que entrou na mira das rimas ácidas de Zé da Madalena foi o ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti. Nos cordéis que cria por passatempo o deputado pernambucano aparece como o ícone da política fisiológica. “É triste retratar um parlamentar desta forma, mas, para vergonha de nós, brasileiros, ele (Severino) é o retrato do que há de pior nessa categoria. E o mais grave é que os ‘Severinos’ têm deixado de ser exceção. Viraram regra.”

A despedida do rei do baixo clero da Câmara inspirou também outro colega. O deputado Paulo Rubem Santiago (PT-PE), autor de pouco mais de 500 cordéis, aproveitou o mote para expor, da tribuna, o alívio sentido com o fim do que considerava um ‘retrocesso’. Em O cheque-mate de Severino (assim mesmo, com ch), o petista aconselha os colegas a não fazerem ‘besteira com o voto’ e atribui a má reputação da Câmara às brechas na legislação eleitoral. “É inconcebível que acusados de cometerem crimes saiam da Câmara prometendo voltar. É triste admitir, mas do jeito que está, nossa política não deixará, tão cedo, de ser o gancho para a galhofa”, avalia Paulo Rubem.



“Dirceu pregava cadeia
A ladrões e delatores
Esperando que a justiça
Prendesse os detratores
Porque fora do PT
Só havia malfeitores.

E agora, Zé Dirceu?
Eu tenho tanta saudade
Do PT de Suplicy
Cara de boa vontade
Pois queria a CPI
Pra esclarecer a
verdade.”

E agora, Zé Dirceu?
De Zé da Madalena


“A renúncia anunciada só não basta
É manobra pra voltar no ano que vem
É preciso garantir processo exato
Apurar no Supremo esse tal fato
Só ficar sem o cargo não convém

Cheque-mate de Severino
Do deputado Paulo Rubem Santiago (PT-PE)


“Quero nova maioria
Democrática e companheira
Ética, justa e guerreira
Que tenha ideologia
Sem prática de coronéis
Sem dirigentes cruéis.”

Quero meu PT de volta
Do deputado Fernando Ferro (PT-PE)


“Quero nova maioria
Democrática e companheira
Ética, justa e guerreira
Que tenha ideologia
Sem prática de coronéis
Sem dirigentes cruéis.”

Quero meu PT de volta
Do deputado Fernando Ferro (PT-PE)


“Lula agora nos palanques
Continua se exibindo!
Não vê que o PT está
Cada vez se destruindo?
Não iremos lhe engolir
Porque um novo porvir
No país está surgindo.

“Ele quando foi eleito
O PT não tinha grana
Por isso que reuniu
Essa galera bacana
Que de maneira infeliz
Fundou em todo o país
A ‘máfia brasiliana.

Houve orgia com mulheres
Bebedeira e bacanais
Ofertada por Valério
Aos deputados leais
Das bases do presidente
Com dinheiro da gente
Roubado das estatais.”

Cordel do Mensalão
A última cartada
De Antônio Alves da Silva

Saiba mais

Os primeiros registros dessa modalidade literária surgiram na Península Ibérica (Portugal e Espanha) por volta do século XVI e chegaram ao Brasil na segunda metade do século passado. A poesia popular impressa e divulgada em folhetos fixou-se no Nordeste como uma das peculiaridades culturais da região por tratar em rimas temas variados. Outra característica do cordel são suas capas. As xilogravuras — imagens gravadas na madeira — dão um toque peculiar aos textos, comumente recitados em praças públicas. O pequeno livreto foi batizado com esse nome por ficar exposto à venda pendurado em cordões.

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