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nov 10

Ex-ministro admite caixa 2

  • 10 de novembro de 2005
  • Notícias

Daniel Ferreira/CB
`Quando a gente pede um empréstimo, por uma questão de elegância, não pergunta de onde vem´´
Anderson Adauto (PL), ex-ministro dos Transportes e atual prefeito de Uberaba (MG)
O ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto (PL) reza por uma cartilha diferente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pelo menos no discurso. Enquanto Lula afirma que o caixa 2 é “intolerável”, Adauto diz que isso é uma prática inevitável. Prefeito de Uberaba (MG), Adauto chamou de cínico quem nega a existência do dinheiro de campanha não declarado à Justiça Eleitoral. Em depoimento à CPI do Mensalão, ele confirmou não só que se beneficiou de caixa 2, mas que “nunca viu ninguém fechar as contas de campanha em conformidade com o que está declarado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.

Anderson Adauto ocupou o cargo de ministro entre janeiro de 2003 e abril de 2004. Nesse período, afirmou ter recebido R$ 410 mil do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares para pagamento de dívidas da campanha de 2002, quando se elegeu deputado federal. A quantia declarada pelo ex-ministro não bate com os depoimentos de Delúbio e nem dos de Marcos Valério (empresário que levantou o dinheiro dos empréstimos). Os dois disseram ter repassado a Adauto R$ 1 milhão.

A despeito da divergência de valores, o ex-ministro afirmou não saber da participação de Marcos Valério no levantamento da quantia que chegou a suas mãos por meio de dois assessores — um, o chefe de gabinete e o outro, um irmão. “Quando a gente pede um empréstimo, por uma questão de elegância, não pergunta de onde vem”, justificou o ex-ministro.

Irritado com a insistência dos parlamentares sobre o fato de aceitar dinheiro do tesoureiro do PT sem ao menos integrar a legenda, o ex-ministro desabafou: “Avaliei comigo mesmo e cheguei a conclusão de que seria a forma mais rápida para acabar com as dívidas, porque em geral é assim que funciona: o tesoureiro de uma campanha majoritária é quem socorre os partidos coligados”, disse. Adauto afirmou que não quis recorrer a antigos colaboradores por achar que a atitude pudesse ser confundida com tráfico de influência. E completou: “Como ministro eu poderia ter resolvido os meus problemas com fornecedores do ministério, mas não. Preferi procurar o Delúbio”.

Corrupção
Sub-relatora da CPI do Mensalão, a deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP)
considerou o depoimento de Adauto uma confissão de corrupção passiva e de crime de responsabilidade. “Ele admitiu ter recebido dinheiro de caixa 2, não tem provas de onde aplicou a quantia, isso caracteriza corrupção, crime eleitoral e de responsabilidade”, avaliou.

Integrantes da base do governo tentaram colocar panos quentes nas declarações do ex-ministro. “Pelo menos ele está assumindo a responsabilidade, ao contrário de muitos que querem repassar a culpa adiante”, amenizou Luiz Couto (PT-PB). “Todo mundo pratica caixa 2, sou capaz de queimar o meu diploma de deputado, se parlamentares que aqui acusam o ex-ministro tiverem fechado as contas em conformidade com o TSE”, provocou o deputado Eduardo Valverde (PT-RO). Valverde se dirigia a Moroni Torgan (PFL-CE), que disputou as eleições para prefeitura de Fortaleza.

Adauto sugeriu ter usado caixa 2 nas nove campanhas que disputou. “As coisas acontecem muito rápido e no final sobram dívidas que levam um ano e meio para a gente sanar”, disse. E ameaçou a platéia de parlamentares que o acusava de crime: “Não vou ser o único a receber dinheiro por fora. Não quero e não vou”. O depoente chegou a apresentar uma ação judicial contra o candidato do PSDB que disputou as eleições em Uberaba. Ele alega ter nota comprovando pagamento de R$ 500 mil de serviços prestados na campanha do adversário e não declarados ao Tribunal Regional Eleitoral.


Sem dinheiro para fechar as contas

O prefeito Anderson Adauto (PL-MG) disputou nove eleições. Em cinco delas foi vitorioso, exercendo quatro mandatos de deputado estadual e um de deputado federal. A última legislatura foi interrompida para assumir a pasta dos Transportes, em 2003, a convite do presidente Lula. O primeiro cargo político do ex-ministro foi como oficial de gabinete da prefeitura de Uberaba, em 1983. Vinte e dois anos depois, em 2004, ele assumiu a prefeitura da cidade. Em quase todo o período que exerceu mandatos, Adauto era filiado ao PMDB.

Em 2001, Adauto se filiou ao PL para integrar a coligação que elegeria o presidente Lula. Em depoimento à CPI do Mensalão, o prefeito afirmou que em todas as disputas eleitorais nunca conseguiu fechar as contas no período estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confessando assim que há décadas pratica o caixa 2 como forma de quitar dívidas de campanha. Na eleição de 2002, ele confirmou que a fonte do dinheiro extra veio da secretaria de finanças do partido do presidente Lula. (LT)


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