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jun 21

IGREJA DA CANDELÁRIA ERA USADA COMO PONTO DE REPASSE DE PROPINA DE CAÇA-NÍQUEIS A POLICIAIS

  • 21 de junho de 2007
  • Notícias

Candelária usada para pagar propina

Era na igreja-símbolo do Rio, no Centro, que inspetores se encontravam para negociar valores

Rio – Integrantes da máfia dos caça-níqueis se encontravam na Igreja da Candelária, no Centro do Rio, para fazer o pagamento de propinas no fim do ano passado. Segundo gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal (PF), os inspetores da Polícia Civil Marcos Bretas, o Marcão, preso na Operação Furacão 1, e Alcides Campos Sodré, detido na terça-feira, usaram o local para não levantar suspeitas. Na época, Alcides era o braço-direito do então chefe da Polícia Civil, Ricardo Hallak. Hoje, ele está lotado na 2ª Coordenadoria Regional da Polícia do Interior (CRPI).

Apesar de o nome da igreja não ser citado no relatório da operação, monitoramentos feitos pela PF mostram que os encontros eram realizados rotineiramente pela dupla na Candelária, onde ocorriam as negociações. O local é próximo à sede da Polícia Civil, no Centro, lugar em que Alcides trabalhou até o fim do ano passado.

Em um dos diálogos captados em 15 de setembro de 2006, Marcão diz para Alcides que o espera na igreja. O inspetor responde: “Vou lá também, rezar um pouco e tirar os pecados”. No período de outubro a dezembro, os policiais estiveram na Candelária pelo menos outras três vezes. Em conversa em 15 de dezembro, Marcão se refere ao templo como o “local de sempre”.

Alcides articulava a negociação dos valores de propinas com Marcão. Ele também era o responsável por negociar a transferência de policiais entre delegacias. O esquema favoreceria os interesses dos contraventores nas unidades. As gravações revelam ainda que o inspetor recebia dinheiro no próprio gabinete da Chefia de Polícia Civil.

Já Marcão era a pessoa ligada a Júlio Guimarães, sobrinho de Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães. Ele intermediava o pagamento mensal de propina a servidores públicos e resolvia os problemas policiais dos integrantes da organização.

Em troca dos pagamentos, os agentes interferiam, a mando de Marcão, em inquéritos de suas respectivas delegacias. Missões que prejudicariam bingos ou que apreenderiam máquinas de caça-níqueis em bares e padarias eram abortadas.

As propinas eram acertadas de acordo com a quantidade de máquinas envolvidas e a importância da delegacia. Os policiais civis recebiam entre R$ 5 mil e 10 mil. Cada delegacia ganhava, no total, R$ 25 mil.

Em conversa gravada em julho do ano passado, Marcão pergunta a Alcides se é possível transferir o delegado Mauro Henrique Viera Braga e dois policiais de sua confiança para a cidade de Santa Maria Madalena, onde o grupo teria negócios. Durante a escuta, o inspetor diz que trataria do caso pessoalmente com o secretário de Segurança da época, Roberto Precioso.

Apreendidos 150 caça-níqueis na Zona Oeste

Policiais militares do 14º BPM (Bangu) fizeram ontem uma operação de repressão aos caça-níqueis na Zona Oeste. Durante todo o dia, os PMs estiveram em dezenas de pontos de Realengo, Bangu e Padre Miguel, onde apreenderam cerca de 150 máquinas. Todos os equipamentos serão enviados para o depósito da Receita Federal. Em seguida, deverão ser destruídos.

“Nossa operação agora foi complementar, já que as máquinas continuavam aqui”, explicou o comandante do 14º BPM, coronel Paulo César Lopes, em referência à ação do dia 6, realizada pela Receita Federal, com apoio do batalhão.

Denominada Game Over (fim de jogo, em inglês), a operação apreendeu 230 caça-níqueis na região. Um galpão com quase mil carcaças de máquinas chegou a ser estourado pela polícia, na Rua Agrícola, em Bangu. Mas como os equipamentos tinham origem nacional, ou seja, não foram contrabandeados, não foram recolhidos.

Ontem, os policiais militares encontraram algumas dificuldades para realizar a operação. Alguns estabelecimentos comerciais fecharam as portas com o início da repressão. Outros donos de bares tentaram esconder as máquinas fazendo montanhas de caixas de cerveja.

DOIS PEGOS NO MEIO DE CURSO EM SP

O delegado federal Júlio Rodrigues Bilharinho e o agente Antônio Oton Paulo Amaral, da Delegacia de Migração da PF, foram surpreendidos pelos mandados de prisão durante um curso sobre os novos passaportes, na Superintendência de São Paulo. Escutas revelaram contato estreito de Oton com Marcão e Júlio Guimarães.

Relatório da PF mostra que o agente alugou casa em Búzios para Júlio. Segundo a investigação, o pagamento por temporada foi feito no fechamento do contrato. Mas o acordo serviria de disfarce para repasses que Oton teria recebido da máfia, próximo ao dia 15 de cada mês. Gravações telefônicas mostram que Oton, que já tinha sido lotado na Delegacia da PF em Niterói, foi quem avisou a Marcão sobre operação de repressão aos bingos e caça-níqueis.

Oton também estaria intermediando contatos da quadrilha com outros agentes da PF e teria apresentado o “chefe”, Bilharinho, ao grupo. Documento apreendido na casa de Luciano Bola indica pagamento ao agente de R$ 5 mil.

Paralítico e com problemas de mobilidade nos braços, José Renato Barbosa de Medeiros, filho de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, também está entre os presos. Ex-funcionário da Câmara de Vereadores do Rio, ele foi denunciado por corrupção ativa.

De acordo com a PF, agia com dois policias civis na coleta de informações para a quadrilha. Pelos serviços, receberia R$ 5 mil por mês. O MPF pediu à 6ª Vara Federal Criminal que ele fique em prisão domiciliar caso comprove deficiência física.

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