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ago 14

POLÍCIA FEDERAL PRENDE EX-DEPUTADO LINO ROSSI ACUSADO DE PARTICIPAR DO ESQUEMA SANGUESSUGAS

  • 14 de agosto de 2007
  • Notícias

CORRUPÇÃO
PF prende ex-deputado Lino Rossi

Acusado de participar do esquema Sanguessugas, o político mato-grossense foi surpreendido por policiais em Brasília ao tentar embarcar para São Paulo. Hoje, ele será levado para prisão de Cuiabá


Edson Luiz
Da equipe do Correio

Paulo H. Carvalho/CB
Lino, depois de ser preso em Brasília: obstrução de processo
A Polícia Federal prendeu ontem, em Brasília, o ex-deputado federal Lino Rossi, considerado um dos introdutores no Congresso do esquema Sanguessuga, que fraudava a compra de ambulâncias com verbas públicas. O político estava em Brasília, tentando embarcar para Guarulhos (SP), quando foi surpreendido pelos agentes que cumpriam mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Jefferson Schneider, da 2ª. Vara da Justiça Federal de Mato Grosso. Nos últimos meses, ele vinha sendo procurado pelo fato de não ter comparecido às audiências e evitava receber intimações, uma forma, segundo a PF, de retardar o processo. Lino responde a pelo menos 108 acusações de corrupção passiva.

Denunciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, fraudes em licitações, ocultação de bens e formação de quadrilha, o ex-deputado foi preso por volta das 16h, e hoje será mandado para Cuiabá, onde ficará por até 30 dias. Ele é acusado de obstruir a instrução processual. A PF não soube informar se ele iria para outro local, a partir do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. O pedido de prisão, feito pelo delegado José Maria Fonseca, é para que ele seja interrogado no próximo dia 15, na 2ª Vara Federal.

Lino Rossi foi um dos primeiros parlamentares a figurarem na lista dos chamados amigos dos empresários Darci e Luiz Antônio Trevisan Vedoin, proprietários da Planam, que fornecia ambulâncias para vários órgãos públicos, muitos por meio de emendas indicadas por deputados. Pelas mãos de Lino e quatro políticos, pelo menos outros 40 deputados se envolveram no sistema de fraudes, denunciado pelo Correio em dezembro de 2005. O parlamentar, que já fez parte da CPI do Narcotráfico, passou, a partir dali, a ser um dos principais interlocutores dos Vedoin com seus colegas de plenário.

O esquema Sanguessuga uniu a Planam e Lino Rossi praticamente por acaso. O ex-deputado e o empresário Darci Vedoin teriam trocado malas no aeroporto de Cuiabá. Ao perceberem a situação, ambos marcaram um encontro para desfazer o engano. Ao chegar ao escritório da Planam, Lino se mostrou interessado nos negócios dos Vedoin. Ao saber que se tratava de venda de ambulâncias, o ex-parlamentar entrou no esquema, apresentando emendas parlamentares. Segundo relatórios do Ministério Público e a PF, em cinco anos o movimento do grupo pode chegar a R$ 110 milhões.

Além de Lino Rossi, foram acusados de participação no Esquema Sanguessuga, os ex-deputados Ronivon Santiago e Nilton Capixaba. Em seus depoimentos à CPI dos Sanguessugas, Luiz Antônio Vedoin confirmou que a família conhecera o político em 1999, quando o esquema começou a ser montado. Cabia a Lino apresentar, num primeiro momento, os parlamentares próximos ao gabinete onde trabalhava. Em seguida, a outros deputados, que ficariam, como Capixaba, encarregado de recrutar outros grupo para a apresentação de emendas.

Segundo a Polícia Federal, o parlamentar deve responder a mais de 100 processos por conta do esquema Sanguessuga. Só por corrupção passiva, existem contra ele 108 ações tramitando na Justiça Federal de Mato Grosso. Para o Ministério Público, Rossi integrava parte do que ficou sendo conhecido dentro da investigação como o comando do negócio, que não apenas fazia gestões com outros parlamentares para cooptar colegas e favorecer os Vedoin, mas também atuavam diretamente no esquema, procurando empresas para participar de outros negócios, além da venda de ambulâncias.


Julgamento do mensalão

A partir do dia 22, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se aceita ou não denúncia do Ministério Público Federal contra 40 pessoas acusadas de participar do esquema do mensalão: o pagamento de mesadas a deputados em troca de votos favoráveis ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o ministro do STF, que relata o caso, Joaquim Barbosa, seu relatório terá cerca de 300 páginas e o julgamento dos acusados deverá levar três dias. “Tentei resumir meu relatório ao máximo, mesmo assim há mais de 300 páginas”, disse Barbosa.

De acordo com o cronograma previsto pelo STF, o julgamento deverá ter inicio às 10h30, com a leitura do relatório de Joaquim Barbosa, as explicações sobre o processo investigatório e as citações das denúncias feitas pelo procurador-geral da República. A leitura do relatório deverá levar cerca de quatro horas. Depois da leitura, o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, terá uma hora para justificar as denúncias que apresentou contra as 40 pessoas. Logo após os ministros ouvirem o MPF, os advogados dos acusados terão 15 minutos cada um para apresentar a defesa.

A próxima etapa do julgamento será a leitura do relatório, seguida dos votos dos demais ministros do Supremo. O voto dos ministros deve obedecer a ordem crescente de antigüidade na Corte. Somente em caso de empate a presidente do STF, Ellen Gracie, deverá votar. Se os ministros decidirem aceitar a denúncia contra os acusados, o STF iniciará um processo de ação penal.

Entre os denunciados estão os ex-ministros José Dirceu e Luiz Gushiken, o atual deputado federal José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o publicitário Marcos Valério e o ex-deputado Roberto Jefferson. Segundo a acusação do Ministério Público Federal, houve prática de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha.

O escândalo do mensalão foi o primeiro entre muitos casos de denúncias ocorridos desde 2003, quando Lula assumiu o Palácio do Planalto. Até hoje, somente dois deputados foram cassados pela prática do Mensalão: José Dirceu, que foi chefe da Casa Civil de Lula, e Roberto Jefferson, que presidiu o PTB e foi autor da denúncia do pagamento de mesadas para parlamentares.


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