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jul 25

EDITORIAL – O USO POLÍTICO DA POLÍCIA FEDERAL

  • 25 de julho de 2008
  • Notícias

Por Cláudio Avelar- Presidente do Sindipol/DF

Estamos acompanhando as notícias veiculadas na imprensa a respeito da conduta de policiais federais responsáveis pelas últimas operações deflagradas, que culminaram com a prisão de alguns “notáveis”.


Para os oportunistas, notável pode querer dizer intocável, mas a sociedade em geral deseja uma Lei igual para todos, infelizmente sabemos que não é assim que acontece.


É certo que o bom senso deve sempre prevalecer e pode-se evitar o uso desnecessário de algemas, por exemplo, para os presos que não promovam riscos à integridade física do policial que o prende ou a sua própria vida, mas como prever se o criminoso pode eventualmente entrar em pânico e num ato desesperado se jogar pela janela ou tentar fugir e pela cegueira do nervosismo acabar atropelado ou matar os seus algozes.


Muita Demagogia – O que esperam esses falsos é que somente sejam presos os pobres que serão assistidos por defensores públicos ou estagiários de direito. Rico não pode ser molestado. E se por ventura esse rico for também banqueiro ou político, empresário ou financiador de campanhas, muito menos.


Poderiam fazer um código de conduta para ladrões de galinha e ladrões de bilhões, para que o policial pudesse com certeza saber se estaria agindo certo ou errado.


Dentre os vários problemas por que passa o policial federal: falta de uma careira, falta de valorização, falta de estrutura, falta de reconhecimento, perseguições, etc, destaca-se mais acentuadamente o uso político do DPF.


O que é isso? Vai dizer que não sabia? Pois é, a polícia é usada politicamente diariamente. Frases são vomitadas para a imprensa, do tipo: “ – Eu mandei a Polícia Federal investigar; – Eu determinei que a Polícia Federal invadisse; No meu governo a Polícia Federal prenderá os corruptos, e por aí vai.


Gostaríamos que nos deixassem apenas trabalhar em paz. Não é necessário que o Luiz, nem o Zé, a Dilma, o Nelson, o pai, o Genro, o filho ou o cunhado ajudem. Basta que não atrapalhem.


Na última grande sabotagem do dinheiro público que a polícia desvendou, caíram de pau em cima. Não entramos no mérito da capacidade ou da qualidade do trabalho do Delegado que foi o chefe, mas ficou claro para todo o país que o sistema de governo ficou mal falado.


Não existe dúvida que alguém errou ao favorecer certa emissora de TV, permitindo que jornalistas acompanhassem prisões. Isso é uma vergonha, parafraseando Boris, pois pode dar margem a diversas interpretações. Sou do tempo que a polícia trabalhava em surdina e funcionava muito bem e a imprensa somente tomava conhecimento depois que o flagrante já estava concluído.


A diferença aparece apenas na forma, pois a informação era prestada, porém sem o sensacionalismo e a pirotecnia presente nessa geração de novos chefes.


A controvérsia é feita pelo próprio gerente do caso: primeiro quer prender uma jornalista que divulgou fatos “secretos” e depois leva a rede globo à casa de alguém que iria ser preso. A repórter só divulgou por que deixaram vazar e ela apenas fez cumprir o juramento que prestou na faculdade. Parabéns a Andréa Michael e pêsames ao responsável pelo sigilo da operação.


Enfim, esse acúmulo de problemas, vêm se repetindo por conta do sistema processual penal e por conta da forma que o DPF aplica a regra.


Em primeiro lugar deve ser ressaltado que estão confundindo investigação com Inquérito Policial. Presidir um inquérito é uma coisa e conduzir uma investigação é outra completamente diferente, mas que o sistema atual insiste em conservar.


Investigar é como arte. Se não atuar com preciosismo e riqueza de detalhes o resultado não é bom. Aí começa o problema, pois quem chefia as investigações não sabe investigar, pois nunca investigou. Não sabe o que é uma diligência policial na essência da palavra. Sabe na maioria das vezes, comandar, mas sem sair de sua mesa.


Acabou. A Polícia Federal é um órgão em extinção. Um Órgão sem chefe, onde os comandados conhecem mais do que os comandantes. É muito cacique para pouco índio e os caciques só trabalham por serem conduzidos pelos bruxos ou pajés, sem falar que o Brasil é um país onde ainda impera a cultura da impunidade e a Lei de Gérson é comum.


Ouvimos dizer e aqui vai em primeira mão que o Diretor Geral também vai cair. Pensaram que a “velha guarda” da Polícia estava morta – engano, pois estava apenas hibernando e agora acordou e atua nos bastidores. O DG não conseguiu acalmar os policiais, que se sentem traídos pela falta de uma carreira e seus assessores não se articulam, talvez pela falta de experiência.


ABIM, Dantas, Dinheiro, poder, governo – Esses ingredientes não se misturam, mas foram colocados dentro do mesmo liquidificador.

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