
Esta segunda-feira, 10 de setembro, celebra o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal, Jones Leal, a situação no Departamento de Polícia Federal é alarmante. ''Nos últimos dois meses, três policiais federais se suicidaram somente no Distrito Federal. A Polícia Federal não oferece nenhum tipo de acompanhamento ao policial'', denuncia. Estes índices são alarmantes, pois registram uma média bastante superior àquela que a Organização Mundial de Saúde classifica como ''aceitável''. No Brasil, a estatística nacional aponta uma média de quatro casos para 100 mil habitantes.
Uma portaria da Secretaria de Direitos Humanos assegura aos profissionais do sistema de segurança pública o atendimento especializado em saúde mental, mas a legislação não está sendo cumprida. Os policiais federais são submetidos cotidianamente à situações de pressão, assédio moral, perseguições e brigas internas. ''Deveria ter entrado em vigor há mais de um ano, mas até agora não foi implementada. Na Superintendência Regional avalia-se que entre 10% e 20% dos colegas tomam remédios controlados'', afirma Leal.






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