HERMANO FREITAS
O delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz seria ouvido pela primeira vez na tarde desta segunda-feira na Justiça Federal de São Paulo, no processo que o investiga pelo suposto vazamento de informações da Operação Satiagraha. Além dele, prestariam depoimento ao juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Criminal Federal, o diretor geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, e o agente Amadeu Ranieri Bellomusto. A audiência tinha previsão de início para as 13h, mas foi adiada porque Corrêa se ausentou.
O diretor-geral da PF alegou conflito de agenda para não comparecer à Justiça Federal. A audiência foi remarcada para o dia 24 de maio. Caso Corrêa não possa participar novamente, será convocado por carta precatória.
De acordo com Protógenes, que falou na porta da Justiça Federal ao Terra, ele reforçará a tese de que não houve da parte dele ou de qualquer um de seus subordinados vazamento de informações relativas ao caso. “As provas conduzem para elementos de fora da operação Satiagraha. Não existe elementos para minha condenação ou a do agente Ranieri”, disse ele, sem especificar quem seriam os envolvidos no vazamento.
O delegado qualificou a investigação como uma forma de desmerecer o seu trabalho e vê “uma engenharia para tolher o trabalho da imprensa”.






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