• Fale Conosco
  • Denuncie
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
SINDIPOL/DF SINDIPOL/DF
  • Home
  • Filie-se
  • O Sindicato
    • Galeria de Presidentes
    • Institucional
    • Jurídico
      • Assessoria Jurídica
      • Ações pela Fenapef
      • Ações pelo Sindipol/DF
    • Multimídia
      • Fotos
      • Vídeos
  • Notícias
    • Artigo
    • Edital de convocação
    • Entrevista
    • Eventos
    • Fenapef
    • Notícias Jurídicas
    • Nacional
    • Nota de Pesar
    • Opinião
    • Sindipol Informa
    • Sindipol/DF em Ação
    • Sindipol/DF na mídia
    • Vídeos
  • Iniciativas
    • Central de Apoio ao Aposentado (CAP)
    • Comitê de Cooperação para o Conhecimento (CCC)
    • Iniciativas em prol da saúde mental dos policiais federais
    • Repositório de informações do PF Saúde
  • Clube e Vantagens
    • Centro de Treinamento (Estande de Tiro)
    • Clube de Vantagens (Convênios)
    • Clube Dia a Dia
    • Clube Social
    • Wellhub (Gympass)
    • Simulador de Tiro
    • Vantagens e Benefícios
  • Área Restrita
dez 27

No topo do funcionalismo

  • 27 de dezembro de 2011
  • Notícias

A gaúcha Rosangela Silveira de Oliveira, de 53 anos, adjuntado advogado-geral da União, trabalha, em geral, 12 horas por dia. E o batentetermina normalmente por volta das 22h. Seu corpo acostumou-se a dormir pouco –o sono é de cinco a seis horas apenas. Isso vem desde a juventude, quando jáacumulava três jornadas: aulas de química e matemática para alunos da oitavasérie, o trabalho no antigo Inamps e a faculdade.

 Procuradora da Fazenda Nacional de carreira, Rosangelaocupa, na AGU, o cargo de DAS-6 (Direção e Assessoramento Superior), o maisalto para funções comissionadas, preenchidas, na maioria dos casos, por meio deindicações. É quase uma exceção. No total, somente 53 mulheres estão nessescargos de chefia no Executivo – a maioria dos postos está nas mãos de homens:75,6%.

 O grosso das funcionárias com vagas comissionadas seconcentra nos níveis mais baixos da hierarquia – DAS-l e DAS-2 -, um retratonada edificante em um país que, pela primeira vez, está sendo comandado por umamulher, a presidente Dilma Rousseff.

 Quando se olha, porém, para o conjunto do serviço público, oquadro é mais ameno. Não sem motivo: a quase totalidade dos postos é preenchidapor meio de concurso público. Por terem mais anos de estudos e serem maisdedicadas, mesmo, em muitos casos, tendo jornada dupla se trabalho, as mulheresvem diminuindo a distância salarial em relação aos homens e ocupando mais vagasde chefia.

 As servidoras já detêm 42% dos postos mais altos daEsplanada dos Ministérios e recebem, em média, 11% menos do que os homens. Namédia geral de todas as profissões do país, a distância do rendimento é 30% esão poucas as que estão no comando de equipes. Dados do Ministério doPlanejamento indicam que, ano a ano, o salário das servidoras vêm seaproximando do pago aos homens, tanto que, em 2000, a distância entre eles erade 16%. A funcionária pública custa hoje, em média, R$ 8.309 por mês, e oservidor, R$ 9.341.

 Esforço

 Nascida numa família de cinco irmãos – pai motorista e mãedona de casa – , Rosangela apostou seu futuro numa jornada pesada, envolvendoestudo e trabalho ao mesmo tempo, além de ajudar a mãe nos afazeres domésticose nos cuidadas dos irmãos menores. Aprendeu a cozinhar com 10 anos. O primeirovestibular foi feito aos 17 anos, para química, na Pontifícia Universidade Católica(PUC/RS), com a mãe, que havia conseguido terminar o segundo grau fazendosupletivo.

 No segundo semestre de curso, já dava aulas de química e dematemática para a turma do último ano do ensino fundamental (antiga oitavasérie). No colégio, ocupou vários cargos, até a vice-diretoria. Um ano depois,passou em concurso público para auxiliar operacional do antigo Inamps (hojeINSS). Nessa época, resolveu trocar o curso de química pelo de pedagogia naUniversidade Federal do Rio Grande do Sul, para se aprimorar no ofício de daraulas.

 Sua jornada aos 21 anos era das 7h30 as 9h30 dando aulas;das 10h às 18h no Inamps e, a partir das 19h, na faculdade. Os finais desemana, passava corrigindo provas. “Não sei como conseguia darconta.” Fez outro concurso público para agente administrativo do Inamps echegou a atuar como substituta da chefe do posto. Antes de terminar o curso depedagogia, resolveu mudar de área e prestou vestibular para direito na PUC-RS.A rotina pesada de trabalhar, dar aulas e estudar continuou até seus 31 anos,quando se formou advogada.

 Sem férias

 Em 1992, foi aprovada em 16° lugar, entre os candidatos doestado, no concurso de procurador da Fazenda Nacional. Na função, ocupou várioscargos, até o atual, de adjunta do advogado-geral da União, Luis Inácio Adams.Hoje, ela é responsável pela gestão da advocacia pública, pelo gerenciamento daestrutura física e humana das carreiras jurídicas, que envolvem 15 miladvogados, procuradores federais, procuradores da Fazenda Nacional e defensorespúblicos, para que haja mais resultados efetivos para a sociedade. Um de seusdesafios atuais e reduzir a judicialização das demandas no âmbito federal, queexigem sempre mais recursos humanos e materiais para dar conta de infinitasações.

 Rosangela raramente tira férias. As últimas foram há quatroanos. No Maximo, viaja no fim de semana de Brasília para Porto Alegre.”Não acho que trabalhe demais”, comenta. Solteira, investe seudinheiro na família. Já deu uma casa para a mãe e apartamentos para duas irmãs,além de carros para sobrinhos. Garante que sua vida não é só trabalho.”Janto fora, vou a barzinhos”, conta

 Respeito

 A nove quilômetros dali, uma mulher tem em mãos um dosmaiores desafios do atual governo: efetivar a criação de uma autarquia, emregime especial, que ficará responsável pela realização das Olimpíadas de 2016,no Rio de Janeiro – a Autoridade Pública Olímpica (APO). Formada emadministração, a servidora pública de carreira Magda Oliveira de Myron, 51anos, foi escolhida par Márcio Fortes, ex-ministro das Cidades e presidente daAPO, para ser a superintendente de gestão corporativa do órgão.

 Cabe a ela colocar em funcionamento o consórcio, que reúne aUnião, o estado e o município do Rio do Rio de Janeiro, para coordenar as açõespúblicas de planejamento e entrega das obras para a realização dos jogos. Oregime de trabalho é acelerado, sem hora para terminar, o que, para Magda, nãoé novidade. Durante anos a fio ela chefiu secretarias de orçamento naEsplanada, com jornadas de até 15 horas.

 Por suas mãos, foram liberados milhões de reais em impostos paratocar obras públicas. Em um país em que os malfeitos se tornaram rotina, elabrecou muitos projetos que permitiriam boa parte do meu, do seu, do nosso suadodinheiro escorrer pelo ralo. “Não se brinca com dinheiro do povo. Elemerece respeito”, afirma

 Neste momento, a equipe comandada por Magda está despachandono Centro Cultural Banco do Brasil, mas no ano que vem, todos serãotransferidos para o Rio. “Estamos criando uma estrutura nova, semparadigma, com visibilidade internacional, pois os Jogos Olímpicos são maioresque a própria Copa do Mundo”, conta, entusiasmada. Com as chaves doscofres nas mãos, ela garante que tudo será feito como manda a lei. “É omínimo que esperam de nós”.

 Distorções

 O Distrito Federal é a quinta unidade da federação com maiornúmero de servidoras públicas federais: 45,8%. Ainda assim, os homens sãomaioria por aqui. O maior índice da presença feminina, 58,4%; está em Roraima,seguido do Amapá. Nesses estados, os servidores do sexo masculino são menos dametade. No Rio de Janeiro, elas estão quase empatadas com o sexo oposto. Namédia, a região Sudeste é a que concentra mais mulheres servidoras, mas aindacom uma participação abaixo dos 50%.

                                                                                                                                       Fonte: Correio Braziliense

 

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Comments are closed.

CUIDE DA SUA SAÚDE MENTAL

WELLHUB

Grupo de Whatsapp

Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal

SCES - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Lotes 02/51, Brasília/DF, Cep: 70200-002 Phone: (61) 3223-4903 | (61) 99295-2083 E-Mail: faleconosco@sindipoldf.org.br ou sindipoldf@sindipoldf.org.br

ÚLTIMAS NOTÍCIAIS

  • Adicional de fronteira: Fenapef acompanha avanço na Comissão Mista que analisa a matéria
  • Presidente do Sindipol/DF defende a valorização do serviço público em evento sobre o tema
  • Feriado de 7 de setembro: confira o funcionamento do sindicato e do clube
  • Justiça suspende revisão de aposentadorias por invalidez de policiais federais com base em ação da Fenapef e sindicatos

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  • Antecedentes Criminais
  • Armas
  • Imigração
  • Passaporte
  • Produtos Químicos
  • Segurança Privada
© 2026 Sindipol/DF. Todos os direitos Reservados.
Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site, assumiremos que está satisfeito com ele.