O Opportunity negou que as atividades do grupo nas Ilhas Cayman sejam criminosas e disse que a PF cometeu erros grosseiros de interpretação no caso.
Por meio de nota, o Opportunity afirmou que sofre perseguição da PF .”O que é considerado irregular para ele é tido como regular para todos os outros 9.213 fundos abrigados nas Ilhas Cayman”, segundo o texto. Para o Opportunity, “ao deixar de lado as investigações sobre os demais fundos, torna-se claro que uma ala da Polícia Federal empenhou seu distintivo em uma ação persecutória”.
A nota do grupo afirma que “o Opportunity Fund é alvo da Polícia Federal desde 2000. Desde lá, processos em várias instâncias judiciais e administrativas foram abertos e arquivados por inexistência de crime”.
O Opportunity também diz que a PF cometeu equívocos grosseiros nas apurações sobre os investidores do fundo sediado nas Ilha Cayman. “Nas investigações da Operação Satiagraha houve erro e os investidores dos fundos nacionais geridos pelo Opportunity foram considerados investidores do fundo estrangeiro”, afirma.
De acordo com o Opportunity, os investigadores da Polícia Federal cruzaram dados do Opportunity Fund, estrangeiro, com dados de fundos de investimentos nacionais, ou seja, cruzaram informações de bases diferentes como se tiradas da mesma.
“O resultado do erro foi que vários clientes que investiam nos fundos nacionais do Opportunity apareceram como investidores do Opportunity Fund”, afirma a nota do grupo.






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