A Polícia Federal abriu ontem inquérito para investigar o vazamento de informações sobre a operação na qual haveria busca e apreensão de documentos e equipamentos na residência de executivos e nos escritórios de algumas das principais empreiteiras do país, entre as quais OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Nielsen, Queiroz Galvão e Gautama.
No último sábado, a Folha informou que a PF preparava a operação, que investiga desvios de recursos públicos superiores a R$ 500 milhões em obras de aeroportos contratadas durante a gestão do ex-presidente da estatal Infraero Carlos Wilson, morto em abril deste ano.
Serão ouvidos em depoimento, além dos jornalistas que publicaram a informação, servidores da Justiça, do Ministério Público e da PF que atuaram no caso.
Na semana passada, PF, Ministério Público Federal e Justiça souberam que informações sobre a operação, que deveria ser sigilosa, vazaram para alguns investigados.






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