Fonte: Agência Sindipol/DF
Ontem, 05/06, sindicalistas estiveram reunidos no Ministério da Justiça para a retomada das discussões sobre o projeto que institui o regime disciplinar da Polícia Federal e da Polícia Civil do Distrito Federal.
O mediador da reunião, o Diretor de Elaboração Normativa da Secretaria de Assuntos Legislativo do Ministério da Justiça, Gabriel Sampaio, esclareceu aos representantes sindicais que o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio, em uma ligação, informou que a associação não mais debateria o novo regime disciplinar na mesma mesa. Gabriel propôs então que os debates serão feitos de forma bilateral, respeitando assim o espírito democrático.
Essa informação indignou tanto os representantes dos Policiais Federais, quanto os representantes da Polícia Civil, que ainda indagaram a falta de presença da própria COGER e da ADPF.
Para o presidente do Sindipol/DF, Jones Leal, essa é mais uma negociação que retorna às discussões por manobra de interlocutores que não visam à melhoria do órgão. “Estão sendo utilizados métodos antidemocráticos, antiéticos e pouco convencionais para derrubar os debates já construídos”.
As bases terão o prazo de 20 (vinte) dias para fazerem suas ponderações quanto às alterações apresentadas pela COGER/DPF e serão encaminhadas por e-mail a o Ministério da Justiça, onde ai sim será marcado um novo encontro.
Além do Presidente Jones Leal, representando o Sindipol/DF e a Fenapef, estiveram presentes o diretor jurídico do SINPEF MG, Wellington Freixinho, e o advogado do Sindipol/DF, Daniel Barros, que na ocasião apresentaram a indignação quanto às absurdas alterações feitas pela nova equipe da COGER/DPF ao projeto anteriormente formulado e discutido.






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