O diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal brasileira, Roberto Troncon, afirmou que o órgão “não trabalha com a hipótese” de envolvimento da facção criminosa paulista PCC no atentado que feriu o senador paraguaio Robert Acevedo. “Não recebemos da polícia paraguaia esse dado de envolvimento do PCC neste caso.” O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, disse que não considera o crime um delito transnacional e que a investigação cabe à polícia paraguaia.
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